Tá! Sei que prometi ser mais frequente por aqui, mas é que ‘há tanta vida lá foraaaaaaaaaaaaaa’…

Muito bom isso, sabem? Vivo sugerindo que todos aproveitem ao máximo seus dias. Sei que eu mesma, por vezes, ficava me devendo nesse aspecto. Claro que temos nossos compromissos diários: profissionais, familiares… Ainda não estou aonde quero chegar. Na verdade acredito que nunca estarei. É. Mudo. Cotidianamente. Mudam os destinos.
Mas isso não me faz menos feliz. Muito pelo contrário! Descobri que minha felicidade está no caminhar. Literalmente e não. Meus dias têm sido melhores depois que comecei a me exercitar diariamente. Já fazem uns bons (bons não, ótimos!) 2 meses… E como aconteceu coisa boa nesse tempo. Duas idas ao Rio, pros shows do Eric Clapton e depois do Pearl Jam, repletos de passeios, cores, sabores, novos amigos… e mais um tanto de pequenos momentos e descobertas engrandecedores. Fora os ventos da mudança (putz, que saudades do meu amigo Mateus!)…
É, definitivamente eu gosto de gente! Taí uma outra importante evolução minha. Tenho aprendido a lidar melhor com minha ‘síndrome de esponja’. Não, não do Bob Esponja… hahaha Ah, meu amigo Mike um dia definiu assim, e era bem isso, mas de forma amplificada. Eu meio que funcionava demais como um receptáculo de sentimentos das pessoas ao meu entorno. Hoje continuo sendo ombro amigo, colo, boa companheira, mas sei me descolar do outro.
Sou mais eu. Mais mulher, mas ao mesmo tempo bem mais menina. Muito mais rock’n’roll. E pode amplificar isso à enésima potência… Tenho valorizado cada vez mais no menos, o menos. Menos máscara, menos falsidade, menos joguinho, menos ‘deixar pra amanhã’. Principalmente se o que deixam para amanhã é a felicidade. Felicidade não se adia. Não mesmo!
Tenho demais por aprender, por ser. E sou muito feliz por saber disso. É o que me permite olhar para cada pessoa e situação como se fosse a primeira vez que eu estivesse ali. Esse lado criança eu não quero perder nunca. É bão demais da conta. Acho que isso é o que o meu irmão chamou uma vez de muita ingenuidade. Digamos que já fui mais. A vida ensina. Todos os dias. Em cada momento.
Era isso que eu precisava escrever nessa volta ao blog. Não pretendo estabelecer uma frequência predeterminada para estar aqui. Mas tenham certeza. A cada vez que eu vier, será por inteiro, porque senti que era importante compartilhar algo com vocês. Mas, a cada dia que eu não passar por aqui, saibam que estarei vivendo intensamente, maus e ótimos momentos, e procurando ser uma pessoa cada vez mais leve, literalmente e não.
Porque assim é que a vida vale a pena. Sem cobranças excessivas. Descomplicando. Compartilhando sentimentos, emoções, aprendizados. Caminhando. Rumo à realização de cada sonho, de cada vontade… Multiplicando. Feliz. Querendo cada vez mais fazer aos meus, felizes. Simples assim…
É isso. Voltar ali pra vida real!…
Beijos, inté a próxima!



Matemática básica, galera! Vamos lá! Não adianta colocar seu máximo em algo mínimo ou nulo, que não irá render. Então, por que, numa época de tanta correria, de falta de tempo para o lazer, para ‘nós mesmos’, muitos seguem desperdiçando energia em empregos, carreiras e relacionamentos ‘sem futuro’, destinados ao fracasso?

