Ei, pessoas! Noite!
Resolvi escrever hoje em grande medida inspirada pela nova crônica digital da Fernanda Mello, Encontros e Desencontros. Gosto muito da Fê, sabe? Devo admitir que já senti, nos ‘primórdios’, raiva dela por namorar o Flausino. Quanta bobeira, minha gente! Coisas de adolescentes (risos!). Bom, página viradíssima, hoje nutro uma grande admiração por ela, que sabe traduzir tão bem o que vai principalmente pelos corações e pelas mentes da mulherada. E olha que não é pouca coisa não!
A crônica digital, para quem por um acaso não a tenha assistido ainda:
Sabem? A Fê faz alguns questionamentos e colocações bastante pertinentes dessa feita (como sempre, por sinal!). Uma delas diz respeito a encontrarmos, efetivamente, o que procuramos. Isso nos remete ao antiquíssimo (porém atualíssimo!) ditado “quem procura, acha”. A partir daí nos deparamos com uma certa lógica subjacente aos encontros que por vezes são desencontros. Senão vejamos: cada vez que procuramos por procurar, para passar o tempo (por mais paradoxal que isso possa parecer, uma vez que o tempo livre nos é cada vez mais caro, não é mesmo?!), o que achamos (ou perdemos!)? Definitivamente, TEMPO!
Tempo é uma bela questão, não acham? Quantas vezes já não ouvimos um “ah, isso é perda de tempo”… Muitas vezes não era… Tantas outras vezes não somos avisados ou não percebemos nós mesmos o desperdício de tempo e energia.
A Fernanda colocou um lado da questão, o porquê estamos cada vez mais exigentes… Seria cômico se não fosse trágico isso, concordam? Essa exigência, via de regra, dá-se em relação ao outro. Há uma condescendência exagerada em relação a nós mesmos, de um modo geral. Vindo do outro é errado, absurdo, inaceitável! Quando é conosco, “ops, acontece” e bola pra frente!
Uai, mas espera aí! Voltemos ao tempo. Voltar? Nem é preciso! Ele está sempre aqui, segue correndo, independente de nós. Ele não irá fugir, por mais que muitas vezes pareça assim… Agora, podemos e devemos ditar o nosso ritmo e nos prepararmos para encará-lo com qualidade. Mas essa preparação leva tempo e “você” não o tem, não é mesmo?
Liberte-se do relógio enquanto seu senhor. Apodere-se do que é seu. Que ele seja útil como pano de fundo para as histórias que você terá para contar a seus filhos, netos… Dê valor ao que realmente importa: (conv)viver, em toda a plenitude que essa(s) palavra(s) pode(m) ter. Seja feliz, a cada passo, ação, momento, decisão. O que vale é o conteúdo, a forma ajuda! Uma embalagem incrível pode até vender uma vez, mas não fideliza o cliente… A caminhada para construir o(s) castelo(s) há que ser incrível, todo o tempo, porque o quão duradoura ela será? Não sabemos. Mas seja um “caminho de San Tiago de Compostela” ou um simples atalho, há que se aproveitar em toda sua trajetória e intensidade.
Carpe diem, que como sabiamente diria o “Teatro Mágico”, os opostos se distraem e os dispostos se atraem!
Aproveito para deixar um vídeo de uma música que gosto muito, que tem a ver com o ‘tema’ de hoje (e sempre!), do Pato Fu!
Inté a próxima,
Paty.
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