Ei, pessoas!
Noite! Estava lendo uns posts da minha amiga Beta (mesmo sem conhecê-la pessoalmente ainda, já a sinto assim, não costumo me enganar, tenho pra mim que seremos cada vez mais amigas!), e resolvi escrever sobre isso… #1980feelings, mas sempre atual (ainda bem!)…
Quem de vocês já leu Pollyanna e/ou Pollyanna Moça, de Eleanor Porter, e já praticou ou pratica o JOGO DO CONTENTE? Se não o fazem, deveriam. É um ótimo jeito de se viver, apesar de. Porque só assim é possível seguir adiante.
Em resumo, a filosofia de vida de Pollyanna é pautada no JOGO DO CONTENTE, que significa ter uma atitude otimista, o que aprendeu com seu pai. Esse jogo consiste em encontrar algo para se estar contente, em qualquer situação por que passemos. Tudo começou com um incidente num Natal, quando Pollyanna imaginava que ganharia uma linda boneca e ao invés disso recebeu um par de muletas. Imediatamente o pai de Pollyanna aplicou o jogo, dizendo para que ela visse somente o lado bom dos acontecimentos — nesse caso, ficar contente porque “nós não precisamos delas!”.
Claro que num país onde culturalmente ‘a grama do vizinho é sempre mais verde’ e em que existe uma praxe de terceirização de responsabilidades, praticar o jogo do contente exige um grande esforço. Necessário, eu diria. Mas o bom desse jogo é que não necessariamente você depende dos outros para jogar. Apesar de certamente ser bem mais fácil e divertido se jogado conjuntamente…
Agora, tenho pra mim que o JOGO DO CONTENTE é contagiante. Impossível ficar indiferente a ele. É uma espécie de posto de combustível do coração, da alma… Pelo menos o sinto assim. Mas para jogá-lo há que pensar adiante, enxergar além do óbvio, do trivial, do lugar comum.
Escrevo sobre vários assuntos, mas acabo sempre passando pela questão de mergulhar nas situações, nas pessoas, em nós mesmos. Exige fôlego, às vezes nos tira ele (ê, trem bão! Hehehe)… Sei bem o preço: já me custou alguns fundinhos de poço (mas que bom que ele estava lá e que tive apoio, terra firme para voltar à superfície – paradoxal! risos), e também o valor (já me realizei N vezes por conquistas pessoais e de amigos!).
Não sei ser metade, morna… Como disse para um amigo essa semana, de boba o que mais tenho é a cara. Intensidade é meu jeito de ser. Quando sou boa, sou ótima, mas quando sou ruim, sai de baixo, que sou terrível! Crueeeeeeeeeeeeeeel, muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito crueeeeeeeeeeeeeel!
Para terminar para lá de bem a semana e começar uma novinha em folha, uma música que pode muito bem servir como trilha sonora para o post de hoje. Alarido, um projeto que é incrível, de gente inspirada e inspiradora (aproveito pra relançar a campanha #voltaAlarido!)…
Carpe diem! Ótima semana!
Paty.
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