06
ago
11

E no baile de máscaras, quem dança?!

Ei, povo! Noite!

Sempre que volto à sala de aula, acabo aparecendo um pouco menos por aqui, mas prometo me esforçar pra postar pelo menos umas duas vezes por semana. ES-FOR-ÇAR… hehehe

Nessa última semana, o assunto veio à mente porque meu amigo Nuno reapareceu, mesmo que virtualmente (a Loreninha tá tão linda… é a filhinha dele e da Elaine, bebezinho alvinegro mais fofo desse ano, pelo menos!). O casório dele foi um baile de máscaras… Além disso, um outro amigo apagou um comentário no Facebook para que seu rolo não “imaginasse” coisas…

Ah, as máscaras!

Basicamente, sendo bem na lata, “as usual”, máscaras caem bem (pegaram o trocadilho?! risos) em momentos pontuais: um carnaval, entre quatro paredes (cada um com suas taras! hahaha), em festas à fantasia, no teatro, em bailes para os momentos de abrir as asas e soltar as feras…

Mas venhamos e convenhamos. O que mais temos nos deparado por aí é com gente que pretende ser. Dia sim, dia também. Gastam-se tempo e esforço demais para parecer e de MUITO menos para efetivamente ser. Como tem gente “casquinha” (e de ferida! ecat…) por aí, né?  hahahaha… Lembrei agora do que o Mateus, meu amigo, dizia nos tempos de PUC (é, os tempos ainda são de PUC, mas nos primórdios… risos): biscoitos de polvilho! Barulho demais, sustância e gosto de menos… Pros da filosofia do “quem está sempre mastigando não passa fome” até serve, mas muito sem sal, né? ;-)

Bom, existe gosto (e falta dele! hehehe) pra tudo nessa vida, como diria mamãe! O que euzinha sei é de mim (e olhe lá! risos)… Quero é distância das comidas insonsas, de gente superficial, falsa, de cochichinho, dos que deixam a vida os levar, dos cheios de si e vazios de tudo que importa…

Gosto de um ótimo tempero, de música alta, do silêncio entre os olhares, da sinceridade (com todo o tato possível, mas sempre!), de gente do bem (bons mesmos por natureza e de com força, de quem pega a vida pelas rédeas e busca realizar seus sonhos ou desejos, por mais bobos que sejam, que erra, acerta, cai, levanta, mas é persistente, batalhador… O ter pode ser temporário, oscilar, mas é consequência ou acessório ao ser. Cuide dele que o anterior acaba vindo, e de qualidade garantida! (#seucreyssonfeelings)

Esse ser, a máscara pode tapar por instantes, dias, meses, para aqueles que se dispõem a participar de um baile constante. Ah, os múltiplos pares! Agora, pros que realmente gostam ou pretendem gostar, não há máscara que esconda o subjacente a ela. A essência se revela a quem se interessa de verdade, pra valer, a despeito de qualquer adereço. Pro bem… ou pro mal! (imaginem agora ouvir uma risada maquiavélica… risos)

Quero voltar um instante ao caso específico do meu amigo. Ele está no início de um rolo. E considera que é melhor “poupar” a sua provável futura namorada da realidade, evitar deixar que transpareçam indícios sobre sua o quão “apaixonada” por ele sua melhor amiga é. Diz ele que é só brincadeirinha dela, mas nós mulheres sabemos como a banda toca (ô se sabemos!… às vezes até tentamos nos enganar, mas ô raça com um sensor apuradíssimo de fábrica!).

Pr’ocês terem uma noção, ela “brinca” que eles vão casar, em teoria existe até uma data para isso. Ah, o amor platônico… Pode até ser que do lado dele realmente inexista qualquer possibilidade, mas vocês não tiveram a possibilidade de ver o tanto que a menina expõe seu sentimento para quem quiser (ou não! risos) ler nas redes sociais… “Assustador”!… hehehe

Mas por que trouxe esse caso à tona? Queria que todos pudéssemos refletir um tiquim sobre os artifícios que buscamos para alcançar nossos objetivos, as máscaras que por vezes colocamos em situações ou características (nossas ou que nos cerquem) para que pareçam mais bonitinhas, mais convidativas ao olhar do outro. Mas até quando se ‘seguram’ as máscaras? Existe ‘superbonder’ pra isso? (seria cômico se não fosse trágico… hehehe) Criam-se falsas expectativas e quem irá cumpri-las? O outro? A outra? Tenso, né? hahaha

Bom, pessoalmente, sou transparente demais e política de menos nesse aspecto, não sei e nem gosto de joguinhos só pra testar os outros… trem chato e ridículo da ‘porra’!… Batalhemos por sermos melhores, por nós mesmos e por quem nos importa, que a máscara, por mais bela que seja, ficará aquém de quem seremos! (#prontofalei)

Pra terminar, pensem bem e tentem responder, para vocês, quem, no baile de máscaras, dança?

Como não consigo terminar uma prosa sem uma música, vou colocar a que me veio de bate-pronto à cabeça quando comecei a escrever!

Ótimo fim de semana! Carpe diem!

Inté a próxima,

Paty.


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