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21
jul
11

De volta à tabuada…

Noite, povo!

Engraçado como as postagens estão calhando de ser vez sim, vez também, à noite… não é?

Confabulando aqui com meus botões e afins, me veio um questionamento à tona: quem sabe detalhando um pouco mais e de repente trocando ideias com vocês, não se torne um pouco mais claro pra mim?

POR QUE AS PESSOAS COLOCAM SEUS 100% (OU PENSAM COLOCÁ-LO!) EM NEGÓCIOS SEM POTENCIAL, SEM FUTURO?

Inevitável fazer uma viagem de volta ao passado, pegar carona no túnel do tempo e me enxergar aprendendo a tabuada no Barão de Macaúbas. Lá descobri, por exemplo, que qualquer número multiplicado por zero, dá… (pasmem!) zero!!!

Matemática básica, galera! Vamos lá! Não adianta colocar seu máximo em algo mínimo ou nulo, que não irá render. Então, por que, numa época de tanta correria, de falta de tempo para o lazer, para ‘nós mesmos’, muitos seguem desperdiçando energia em empregos, carreiras e relacionamentos ‘sem futuro’, destinados ao fracasso?

A resposta é simples, mas de solução relativamente complexa. Conhecimento. Falta dele. As pessoas têm se tornado tão obcecadas por acumular o ‘vil metal’ que realmente têm deixado o ser para escanteio. E quem gosta de futebol deveria concordar comigo que escanteios e bolas paradas podem ser decisivos para a vitória no mundo atual. É ou não é?

Voltemos à questão. Como podemos, sem nos conhecer e aos demais como se deve (?!), evitar cometer recorrentemente o erro de dar o melhor de nós mesmos no que (em quem) não vale a nossa ação, que não vá gerar, minimamente, uma reação igual e contrária, direcionada a nós?

Não podemos! Então a solução é dedicar tempo para nos conhecermos melhor e a(o) que(m) nos é importante (ou possa vir a ser!). Por que devemos nos contentar com saber apenas das embalagens com que nos deparamos? Lógico que podemos nos deparar com valiosíssimos perfumes, em embalagens não tão atraentes, à primeira olhada, e encontrar venenos em ‘potes’ belíssimos. Muitas vezes não haverá surpresa alguma.

Administração é bom senso mesmo, em grande medida, sabem? Tudo que resolvo martelar, inicialmente por questões afetivas, emocionais para trazer a discussão ao blog, pode ser levado para o mundo empresarial, seja pensando em recursos humanos, em elaboração e avaliação de projetos, parcerias… e por aí vai!

Que tal experimentar se conhecer e aos outros um cadim melhor? Ser mais interessado(a)! Preguiça? “Ah, que falta de paciência, Paty”… “Isso não é pra mim não”! Ah, claro que toda mudança exige um tiquim de esforço, porque é ÓBVIO que é mais fácil manter o status quo, ficarmos atrás das trincheiras que construímos ao longo do tempo. Acontece que, para conhecermos (e sermos conhecidos!), temos que nos expor. É um risco? Sim! Mas, grandes riscos trazem embutidas ótimas possibilidades de melhorias / retornos! Mergulhem em si mesmos e poderão compreender melhor em que(m) deverão apostar mais frequentemente suas fichas para compartilhar felicidade… pensem nisso!

Para encerrar esse ‘bate-papo’ de hoje, uma música que gosto e que diz um pouco sobre isso:

Inté a próxima!

Paty.

06
mai
09

Reciclagem…

Estou aproveitando (tá, odeio gerundismo, mas é inevitável o uso do gerúndio aqui, porque começou ontem e só termina de noitão hoje) que ontem e hoje na PUC são dias da Jornada da Administração, um evento que já faz parte do calendário anual do curso, para resgatar e reavivar o que me fez e me faz apaixonar diariamente pela Administração!

O evento é bem legal… nele, alunos e ex-alunos (é, eu também sou, mas dessa vez tô participando só enquanto professora para apresentar os palestrantes!) além de falar sobre o mercado profissional, casos de empreendedorismo, mostram também habilidades artísticas… Ontem, na sala para a qual fui um dos apresentadores tocou violão e cantou (puxa, muito bom!). Ano passado, uma aluna apresentou um número de dança do ventre… Esse ser aqui (euzinha, no caso… hehe) tem a mania de tentar aprender com tudo, pode ser o momento mais “racional”… Pode ser meio viagem, mas estava pensando o quanto é importante, não só pelo lazer, pra relaxar um pouco, mas pra oxigenar as ideias, olhar pras situações cotidianas e profissionais com outras cores, perspectivas… acho que isso confere um olhar mais humano, mais amplo mesmo! Sou uma “achona”, né?! hehehe :P

Antes que achem que fiquei só na viagem, nada disso (nem ia pegar bem pra uma professora! hehe), hein? Os meninos da PUC Consultoria Júnior foram lá compartilhar a experiência profissional deles na empresa e também sobre o projeto Diálogos Universitários, uma parceria entre empresas júniores / universidades e a Sousa Cruz … Estive nas duas edições, ano passado o William Wack esteve por aqui pra falar sobre política e esse ano o Caco Barcelos veio falar sobre a cultura da violência. Bom, quem vê “de fora” pode pensar: “Nossa, isso é legal pro pessoal que faz Jornalismo, Comunicação, mas Administração? Nada a ver, hein!”. Que mané nada a ver! Ai ai ai procês! Se tem uma profissão em que a pessoa tem que conhecer de gente, de realidade social, do negócio em si, do mundo, de suas tendências, é a de administrador! Como imaginar gerir bem (pra valer mesmo, de verdade!) uma organização sem compreender o ambiente em que ela se encontra? Tem jeito não, hein! Se alguém descobrir a “fórmula mágica” de isolar a empresa do ambiente topo demais ser sócia da ideia, hein? Quem é Bill Gates? hehehe

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Bão, já falei dessa reciclagem que é bom acontecer todos os dias, a cada momento (foi meio uma sessão desabafo, “O Divã, mas sigamos!), que era o objetivo do post de hoje, mas não vou resistir e vou complementar com mais algumas lembranças dos anos 1980! ;)

 

 Ah, deixa eu recordar algumas brincadeiras da infância menos dependentes de brinquedos “de loja” (coisas de gente com família do interior, não sei se me entendem… hehe):

- Esconde-esconde (pique-esconde)

- Finca

- Pega-pega

- Rouba-bandeira

- Cabra-cega

- Chicotinho queimado

- Adedanha

- Elástico

- Seu mestre mandou

- Vivo-morto

- Estátua

- Pular corda

-  Telefone Sem Fio

- Passa Anel

- Queimada

- Salada de frutas

- Polícia e ladrão

- Batata-quente

- Lenço

- Dança da Cadeira

- Detetive

- Forca

- Adoleta

- Escravos-de-Jó

- Lenga La Lenga

- Ciranda

- Amarelinha

- Bambolê…

Ah, pra fechar essa breve sessão “good times”, uma musiquinha que remete a uma dessas brincadeiras:

De todas brincadeiras que eu gosto a melhor é pular corda (é pular corda)
De todas brincadeiras que eu gosto a melhor é pular corda (é pular corda)
Faz bem à saúde
Movimenta o corpo
De todas brincadeiras que eu gosto a melhor é pular corda

De todas brincadeiras que eu gosto a melhor é pular corda (é pular corda)
De todas brincadeiras que eu gosto a melhor é pular corda (é pular corda)
É o maior barato
Treme o coração
De todos os esportes que eu faço o melhor é pular corda (é pular corda)

O homem bateu em minha porta
E eu abri
Senhoras e senhores, ponham a mão no chão
Senhoras e senhores, pulem de um pé só
Senhoras e senhores, deem uma rodadinha
E vá pro olho da rua
Pula, pula, pula, pula, pula, pula sem parar
Pula, pula, pula, pula, pula, pula sem parar

Para quem não é “anti-Xuxa”, no Youtube tem um vídeo com o Trem da Alegria (já em 1989, com formação modificada) e essa música nos 6 anos de Xou da Xuxa… Quem não for fã, adiante um tiquim o vídeo (lá pelos 5:39) e veja só a música!
No mais, inté a próxima! Carpe! :)



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