Toc toc toc? Ainda tem alguém por aí? Putz, tô muito em dívida caso alguém ainda tenha tido paciência e perseverança suficientes para descobrir que voltei!
Hoje pensei bastante (tá, no pouco tempo livre – ou algo assim! rs) nas voltas que o mundo dá e no sentido de uns “trens” que vira e mexe acontecem conosco.
Sabe aquela história de “O segredo”, “Lei da atração”? Bom, confesso que ouvi falar e até tenho os livros, mas só comecei “O segredo”. Pra mim soa como autoajuda, não consigo digerir muito bem.
Bom, pode ser culpa do filtro também. Não o de água ou de café, né? Dã (risos)! Acabamos ‘botando mais reparo’, como diria minha avó, dona Judith, conforme o filtro esteja ou não ativado. Numa era de superexposição a toneladas / gigas / teras de informações diárias, é o jeito!
Acredito de coração que nada que acontece em nossa vida seja por acaso, desconectado. Que fique claro que com isso não estou hasteando bandeira pró determinismo, de que o destino seja previamente estabelecido e pronto! Vem à mente um pensamento, se não me engano de Shakespeare, que diz que “o destino embaralha e dá as cartas, mas somos nós quem jogamos”.
E a verdade é que jogar se aprende jogando, errando, perdendo, empatando (tem uns empates ‘bãos’, gente! rs). Há que viver. E ter com quem jogar. Solitário às vezes salva, mas via de regra, é pra matar o tempo, que anda tão raro!
Só sei que por hora estou refletindo sobre uma volta de quem talvez nunca tenha ido, porque jamais deixou meus pensamentos e meu coração, mesmo que as lembranças pudessem vir esporadicamente.
Bom, e se há um negócio bem verdadeiro, apesar de super ‘clichê’, é que “as pessoas até podem entrar em nossas vidas por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem”. Faça sua parte, siga seu coração, ouça um ‘cadim’ seus neurônios também (Sabe o lance do anjinho e do diabinho ‘conselheiros’? Pois é…)… Equilíbrio!
Como essa volta não poderia passar sem música, escolhi uma dos anos 1980, que era ‘visita’ frequente na radiola (putz! rs) lá em casa.
Carpe diem!
Paty.
Matemática básica, galera! Vamos lá! Não adianta colocar seu máximo em algo mínimo ou nulo, que não irá render. Então, por que, numa época de tanta correria, de falta de tempo para o lazer, para ‘nós mesmos’, muitos seguem desperdiçando energia em empregos, carreiras e relacionamentos ‘sem futuro’, destinados ao fracasso?
